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| O Ovelha tentou, mas não conseguiu vencer o Quinta |
Por conta do horário do jogo, marcado pra domingo, às 9h, o Ovelha teve dificuldade em montar o elenco. Os laterais Igor Cristaldi e Breno foram flagrados na balada na noite anterior, mas enquanto o primeiro compareceu ao jogo, o segundo estava dormindo feito um suíno. Para compensar as ausências, o Ovelha contou com as reestreias de Matheus Sá e Christian. Além disso, o time contou com a estreia de Leon, que já no primeiro jogo vestiu com propriedade a camisa 9 alvinegra, e de João Marcelo, que já tem contrato com o Ovelha há tempos, mas estava emprestado a outros times. Com reforços de última hora e Cristaldi improvisado no gol, o Ovelha foi para o tudo ou nada contra o Quinta.
Com a bola rolando, o Ovelha começou jogando de igual pra igual com o adversário. Sem se intimidar, o time implementou sua filosofia de jogo e trocou passes buscando o gol. Com o lateral Mike jogando no meio e Matheus Sá adiantado para o ataque, o quarteto de frente formado por Phael, Mike, Sá e Leon era a principal arma do time ovelhense. No entanto, a forte marcação do Quinta dificultava a criação de jogadas. E foi o adversário que abriu o placar, aos 10. O Ovelha não sentiu o gol e logo depois empatou, com gol do de Poney, apelidado também de Pônei Maldito. Pouco depois, o Quinta desempatou novamente em pênalti mal marcado pelo juiz. Cristaldi ainda defendeu a cobrança, mas no rebote o jogador do Quinta conferiu. Sem sentir o gol novamente, o Ovelha foi pra cima e equilibrou a partida, arriscando bastante de fora, mas sem conseguir chegar às redes. E o primeiro tempo terminou em 2 a 1 para o adversário.
Na segunda etapa, o Ovelha voltou buscando o empate. Com o jogo muito amarrado, o Ovelha buscou as laterais para tentar chegar ao gol. No entanto, o Quinta, seguro, impediu os avanços. Em uma jogada em que saiu demais, descuidando da defesa, o Ovelha sofreu o contra-ataque e o terceiro gol. Logo depois voltou a marcar e diminuiu o placar. João Marcelo, que entrou no jogo fazendo inferno na defesa adversária, foi derrubado na área. Mike bateu com categoria e converteu. Com o jogo em 3 a 2, o Ovelha se lançou ao ataque em busca do empate. E chegou lá. Ou chegaria, não fosse a intervenção ridícula do árbitro Batoré, que mostrou seu cartão de baixarias e anulou gol legítimo de Matheus Sá, alegando sola em bola chutada de peito de pé por Matheus Sá. Após o gol anulado, que seria o de empate, o Ovelha murchou. E aí o Quinta aproveitou. Perto do fim do jogo marcou o quarto e ainda teve tempo pra fazer mais um, em novo pênalti, para fechar a conta: 5 a 2.
Após a partida, a diretoria do Ovelha voltou para Cabo Frio, onde se reuniu na churrascaria Encantado pra discutir o planejamento da equipe e elaborar uma lista de reforços. No entanto, a surpresa ficou por conta da presença do juiz Batoré na mesma churrascaria, acompanhado de duas mulatas e se fartando de um banquete de churrasco. "Foi o Vinícius que pagou", disse ele, se referindo a Vinícius Peixoto, ou Pinheiro, presidente do Quinta Categoria.
Ovelha 2x5 Quinta Categoria
Escalação: Igor Cristaldi, Fagner, Marcos Bello, Diego e João Gabryel; Poney, Christian, Phael e Mike; Matheus Sá e Leon
Suplentes: Lucas, Filipe, Nilson e João Marcelo
Gols: Poney e Mike
